Desperdício de água em locais públicos necessita atenção

O descaso com o sistema público de fornecimento de água em muitas cidades gera uma quantidade enorme de desperdício.

Um estudo do Instituto Trata Brasil, com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, estima que a perda de água potável no país chega a mais de R$ 10 bilhões de litros ao ano. 

Mesmo preocupante, o indicador de desperdício é pouco olhado pela sociedade e pelas próprias empresas. As redes vão se deteriorando, novos vazamentos vão aparecendo, bem como novos furtos d’água, e isso agrava ainda mais a situação.

As perdas trazem consequências tanto para o próprio sistema de produção, quanto para o meio ambiente, já que um elevado nível de desperdício equivale a uma necessidade de captação e produção superiores ao volume efetivamente demandado pela sociedade.

Isso faz com que seja necessário ligar o alerta sobre a importância de reduzir o desperdício em locais públicos, especialmente.

Embora políticas governamentais seja a solução para o problema, como na substituição de encanamentos defeituosos e correção de falhas no sistema, soluções inovadoras podem auxiliar no correto uso da água ofertada à população em praças e parques, por exemplo.

É recorrente a existência de bebedouros ou torneiras públicas com vazamentos de água e falta de manutenção, gerando prejuízos à comunidade e à natureza. Já pensou em uma solução que, além de controlar o desperdício, possa fornecer água filtrada e de qualidade?

Pesando essencialmente para isso, o Icehot é um equipamento inédito e exclusivo no Brasil, instalado em locais de livre acesso e circulação para oferecer água gratuita durante 24 horas por dia.

O mobiliário disponibiliza água quente, a 85°C, e água gelada, a 7°C, e não requer investimento público – sendo que as prefeituras arcam somente com água e energia elétrica, pois é viabilizado por meio de mídias patrocinadoras. 

A equipe Icehot também realiza manutenção periódica, reduzindo os riscos de vazamento e consequente desperdício.

Texto: Exata Comunicação 

Deixe uma resposta